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A Sorte Pertence aos Audazes
Postado em: 16 de setembro de 2025 | Categorias: Curiosidades, Dicas

A Sorte Pertence aos Audazes

Aprendi, na prática, que a sorte pertence aos audazes. Em diferentes momentos da minha carreira percebi o quanto o mercado imobiliário se transforma em ciclos de escassez de mão de obra e excesso de aventureiros. De um lado, há quem pule de galho em galho sem aprofundar raízes em nenhum lugar. De outro, profissionais sérios, que permanecem firmes, buscando criar algo relevante em meio ao barulho. É nesse cenário que frequentemente me perguntam sobre a GoHome e sobre a forma como tenho conduzido a gestão dessa empresa que cresce em ritmo acelerado sem abrir mão de valores inegociáveis. Existe admiração pelo projeto, pela forma como ele muda o cenário local e influencia tendências do mercado imobiliário de Chapecó, mas para entender esse caminho é preciso voltar alguns passos no tempo e revisitar minha jornada.

Tenho mais de dez anos de experiência e passei pelos dois extremos do setor: uma imobiliária familiar pequena, com todos os problemas que uma empresa desse porte costuma carregar, e uma imobiliária muito grande, com os desafios típicos de uma operação gigantesca. Essa vivência dupla me mostrou que eu não queria reproduzir nenhum dos dois modelos. Não queria ser parte do amadorismo que paralisa empresas pequenas, nem da confusão que engole grandes corporações. Foi dessa percepção que nasceu minha decisão de construir algo próprio.

Em 2017, iniciei meu projeto autônomo, ainda sem todas as respostas, mas já com a certeza de que precisava seguir um caminho diferente para a perenidade dos negócios. Três anos depois, em plena pandemia, nasceu a GoHome Imobiliária. A proposta era ousada: errar novos erros, sem cair em velhas obviedades. A construção foi feita do zero, com atenção aos detalhes que costumam ser negligenciados e enfrentando dores de cabeça que, nesse ramo, parecem inevitáveis. O que diferenciou foi a escolha de apostar tudo na excelência. Contratei, lapidei, reciclei e desliguei quando percebi que a sintonia não se firmava. Para mim, contratar sem conexão genuína de propósitos é desleal. Desleal com o profissional, comigo mesma e, principalmente, com o cliente, que espera consistência entre aquilo que divulgamos e aquilo que entregamos.

O DNA da GoHome

O ambiente que construí atrai corretores de diferentes perfis. Há os que estão começando a carreira e buscam aprendizado. Há os que já têm trajetória e querem reposicionar a forma como o mercado os enxerga. E há também os que chegam movidos por interesses escusos, em busca de atalhos fáceis. Para todos, o primeiro contato é o mesmo: deixamos claro que, para entregar leveza profissional, exigimos comprometimento e postura desde o primeiro dia. A entrada é marcada pela transparência sobre nossos valores, nossa conduta e nossas exigências. No início, quase todos respondem com entusiasmo, dizendo que concordam e estão prontos para arrebentar. Mas sustentar uma personagem é algo impossível por muito tempo. Quem não tem compatibilidade de DNA logo se desgasta e, naturalmente, acaba saindo.

A experiência de anos me ensinou a identificar esses movimentos cedo. Quando alguém começa a se sentir fora do contexto ou se deixa levar por um ego inflado, o sinal é claro. Já vi tanta gente passar por aqui que se torna nítido para mim quando a pessoa, na prática, já saiu, mesmo que ainda esteja fisicamente presente. A incompatibilidade aparece nos pequenos gestos e nos desvios de conduta, e é justamente aí que a cultura da empresa age quase como um organismo vivo, rejeitando o que não se ajusta ao coletivo.

O que oferecemos aqui não é palco para vitimismo, café interminável ou sorte ocasional. Não é lugar para quem busca uma única tacada que resolva um ano inteiro de fracassos. O que proporcionamos é um ambiente de aprendizado contínuo, de disciplina, de resultados extraídos a partir de esforço e método. Trabalhar conosco é ter liberdade de associado, mas também compromisso coletivo. É poder errar uma ou duas vezes pelo aprendizado, mas ser cobrado a não repetir o mesmo erro em respeito ao cliente e ao próprio desenvolvimento. É aprender a ouvir muitos nãos e também a dizê-los, seja a clientes, fornecedores ou colegas, quando o que está em jogo são valores e princípios.

Aqui, a exigência não é excessiva por capricho. É uma escolha consciente para evitar o desperdício de tempo e energia. Empilhar profissionais sem alinhamento, para mim, é desperdiçar a chance de criar uma equipe genuinamente coesa. É preferível ter poucos que remem na mesma direção de forma acelerada a muitos que se dispersam em movimentos contrários. Essa filosofia, embora rígida, gera leveza no longo prazo, porque elimina personagens, elimina máscaras e deixa espaço apenas para quem realmente deseja estar presente e crescer de forma transparente.

Crescimento sem atalhos

O crescimento da GoHome não se explica por sorte, nem por modismos. Ele acontece porque fazemos diferente. A “sorte” bate à nossa porta todos os dias, mas ela só encontra o seu espaço quando encontra disciplina, propósito e postura preparados para recebê-la. Nossa operação cresce porque não terceirizamos responsabilidades, não romantizamos o mercado, não aceitamos atalhos e não nos acomodamos.

Os processos que desenhamos foram inspirados em outros setores, sempre com o olhar de adaptar e inovar dentro do nosso ramo. O detalhe que para muitos pode parecer pequeno, para mim é essencial. O desconforto que muitos evitam enfrentar, para mim é oportunidade de ajustar e evoluir. Esse cuidado diário, somado à clareza dos valores que sustentam nossa cultura, é o que permite que a equipe se autorregule. A rejeição do que não se encaixa é natural: a própria equipe sente quando alguém não vibra na mesma frequência e, cedo ou tarde, o desalinhado se afasta ou é incentivado a respirar novos ares mais compatíveis com suas expectativas.

Não existe aqui espaço para conquista socializada, como se o esforço de um pudesse compensar o desleixo de outro. Cada um é responsável pelo próprio resultado, mas todos têm obrigação de contribuir para que o coletivo mantenha sua força. Essa lógica mantém o ambiente íntegro e gera respeito tanto interno quanto externo. Não é coincidência que tantos observem a GoHome com admiração. O que parece novidade ou inovação é, na verdade, apenas a prática consistente de valores sólidos.

Olhando para trás, vejo que cada escolha me afastou de fórmulas fáceis e me aproximou da construção de algo único. Sigo consciente de que erro todos os dias, mas são erros novos, diferentes, conscientes, que me ensinam e me movem. E ao mesmo tempo, tenho a satisfação de acertar de forma autoral, construindo um projeto que carrega minha identidade e deixa sua marca no mercado.

Te convido a conhecer meu time de parceiras, alinhado à nossa proposta de fazer diferente e seguir esta trajetória desafiadora e de constante evolução ao meu lado. [+CLICA AQUI]

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